Buddha Eden, Jardim da Paz
Alguns meses atrás encontramos na caixa de
correio um prospecto relativo a uma empresa de excursionismo, associada à venda
de produtos. Entre as diversas ofertas encontramos uma que muito nos
surpreendeu e levou à preparação do presente trabalho: “Um dia de excursão;
Grande Parque temático …. Jardim do Oriente” [1].
Com intenção,
a nível profissional, de incluir este espaço temático na construção de um novo
itinerário turístico, deslocamo-nos ao local, por várias vezes, de forma a efetuar o seu estudo e caracterização.
O Buddha Eden, Jardim da Paz, que começou a
erguer-se há dois anos e meio, foi concebido pelo Comendador José Berardo como
forma de resposta á destruição dos budas no Vale de Bamiyan, no Afeganistão em
2001, pelos talibãs. O jardim constitui uma forma de homenagem a essa perda,
sem justificação, dos budas considerados como herança da humanidade, criando um
local que compensasse um pouco essa perda.
Situado na
Quinta dos Loridos [2], junto ao Bombarral, o jardim ocupa
aproximadamente 35 hectares da propriedade e exibe inúmeras esculturas[3] de budhas, soldados em terracota [4], dragões, deuses, pagodes, etc., num total de
cerca de 6.000 toneladas de mármore e granito. Na paisagem natural,
salientam-se um lago, varias zonas panorâmicas, um miradouro e vários caminhos
que se abrem pela vegetação, conduzindo a inúmeros recantos, propícios ao
silêncio, tranquilidade e meditação.
Embora ainda não aberto oficialmente [5], o espaço já constitui um ponto de atração turística, com muitos visitantes nacionais e internacionais [6].
Com base nas nossas visitas ao jardim e nas ideias apresentadas pela organização em diversas publicações, procuramos descobrir: o que poderá experimentar o visitante neste jardim?
Um jardim em espaço rural
Nos últimos anos temos assistido a uma maior
procura e frequência dos espaços rurais, para o consumo de diversas atividades de lazer, por parte das populações urbanas. O campo para além de possuir uma
série de elementos na paisagem que fascina e atrai os citadinos, é sinónimo de
alegria. Procura-se na paisagem rural a sua beleza e harmonia. O citadino vai
em busca do “imaculado, o primitivo, o natural, o que é entendido como o ainda
não tocado pela modernidade [7]” (Cohen 1988: 374). Envolto por este ambiente
rural encontramos o Jardim da Paz.
Se entendermos que a motivação turística tem
como base fatores de ordem social, relacionados com a necessidade do individuo
em “escapar da vida quotidiana”, em busca de “algo” que não existe no local,
onde ele habitualmente vive e trabalha, então podemos entender este jardim,
como um espaço rural onde a motivação corresponde simultaneamente a um elemento
de “escape” e de procura de “algo”. A natureza ao corresponder a essa
necessidade de “escape”, apresenta-se como a antítese ao urbanismo
metropolitano (Dicks, 2003).
Na procura deste tipo de espaços sobressai
também a “moderna ideia (...) do desejo para experimentar algo diferente, algo
que faça parte das vidas de outros, mas que tenha alguma relação de retorno a
nós” (Dicks, 2003: 8). Ou seja, o turista é atraído pelo exótico, pelo
diferente, pelo «outro» que se lhe oferece como um estranho a descobrir (Smith,
1987).
A natureza desde há muito que produz destinos
turísticos (Dicks, 2003). A introdução
de estatuas na representação do espaço promove uma guturalização da natureza.
Um jardim entre vinhedos requalificado para consumo cultural apresentando um
conjunto cénico de lugares e elementos iconográficos bem conhecidos (como as
estatuas de budas) que representam identidades étnicas, períodos históricos ou
formas de vida. Ou seja, um micro ambiente oferecendo ao visitante um conjunto
de micro vistas e recantos muito apelativos.
Assiste-se à
descoberta da arte na natureza num ambiente de fusão entre ambas (Dicks, 2003).
Neste parque o “outro torna-se o pitoresco, aplicando-se lhe o rotulo étnico de
cultura exótica” (Dicks, 2003: 100). A adição desses artefatos culturais, na
forma de sinais interpretativos, zonas panorâmicas, loja, centro de visitas,
etc., atraindo não só os amantes da natureza, mas um publico mais
diversificado, atribui ao espaço um rosto humano, permitindo a humanização
dessa natureza (Dicks, 2003).
Propõe-se ainda “uma forma informal de
aprendizagem (...) que suscita o convite a um tipo de utopia alternativa ao
urbanismo e o seu atual degradado mundo” (Dicks, 2003: 111), bem como uma
alternativa de paz assente num pressuposto religioso, duma doutrina não
expansionista, o Budismo.
Estamos perante um espaço rural onde se fundem os valores da arte, da religião, história e da natureza, de forma a comunicar com o visitante passando-lhe a mensagem de uma unidade essencial (Dicks, 2003). È o enfatizar de uma interdependência entre humanos e a natureza. Neste caso, não só temos a natureza em forma de museu, como uma forma de lembrar que ela existe e está ali.
A exposição
Se a interatividade constitui uma chave
característica da exibição contemporânea da cultura, como se inscreve neste
espaço temático? Onde reside o apelo à interatividade e que tipos de
experiência podem ser dadas ao visitante?
Analisando à luz das técnicas de
interpretação (Dicks, 2003) que o espaço oferece, observamos os objetos e
lugares na tentativa de perceber se a simbologia permitia reconhecer as
referencias às culturas em exibição. Ou seja, procuramos encontrar a
contextualização que permita situa-los no lugar, tempo e tema. A forma de elaborar o tema adquire particular
importância para a sua interpretação. Esta contrasta de forma a explicitar os
seus significados. O objeto da interpretação deve produzir ambientes onde a
preocupação pela beleza esteja presente e atraia os visitantes, mas com alguns
significados que lhes sejam comuns da vida diária.
Se comparamos este jardim temático oriental
com um ocidental, reparamos que ambos tem lago(s), zonas arborizadas, zonas de
relvados, vegetação diversificada, lugares para desfrute, miradouro(s),
recantos isolados, caminhos, planos e elevações e estatuas em pedra ou bronze.
Ora todos estes elementos são comuns nos jardins portugueses. Então onde está a
diferença? No tema das estatuas e na forma como estão enquadradas sugerindo o
lugar dos “outros”. Pensamos que as
estatuas expostas e a sua densidade poderão ajudar o visitante a sentir-se
incluído no lugar do “outro”. Mas existirá alguma interatividade que lhe
ofereça uma ponte através da distância existente entre o visitante e a cultura
em exibição? Nesta exibição cultural encontramos “o uso do principio de
simulação e/ou reconstrução para providenciar um vislumbre de uma realidade
mais vasta que envolve o objeto, ou acontecimentos numa história mais vasta do
que está sendo dito. Procura-se imergir o visitante numa envolta encenação de
situações humanas ilustrando o uso do significado de objetos e costumes” (Dicks, 2003: 165-166).
A exibição suscita um curiosidade quase
etnográfica, pela vontade do visitante em procurar descobrir como este lugar
realmente se aproxima do real. Essa curiosidade preenche a culturalízação do
turismo (Dicks, 2003). Ou seja, a exibição deverá ser capaz de apresentar a(s)
cultura(s) em tema, tanto como espetáculo, como conhecimento. Alimentar tanto
o olho como o cérebro. O importante é não produzir apenas sensações em
detrimento do conhecimento e da compreensão.
Em suma, a forma mais importante de um jardim temático moldar a percepção do visitante é através do seu ambiente. Creio que a arquitetura ambiental de um lugar com estas características controla inteiramente a experiência da visita desde a abordagem não só inicial como no seu movimento através do espaço.
A contemplação, o olhar turístico
Estes espaços temáticos são consumidos porque
supostamente produzem experiências agradáveis e que são diferentes daquelas que
experimentamos diariamente na nossa vida.
“Uma parte dessa experiência é contemplar ou ver uma série de cenas
diferentes de paisagens (...) que estão para lá do ordinário” (Urry, 2008: 1). As experiências turísticas
envolvem alguns aspectos ou elementos que induzem a essas experiências
agradáveis as quais, por comparação com o diário, estão fora do comum.
Assim, terão que existir alguns aspectos no
lugar a ser visitado que o distinga daquilo que convencionalmente encontramos
no dia-a-dia. Os “objetos de contemplação turística devem ser de qualquer
forma diferentes” (Urry, 2008: 12), pois “as pessoas devem experimentar em
particular prazeres distintos que envolvam sensações diferentes ou numa escala
diferente daqueles que habitualmente encontram na sua vida diária (2008: 12).
Essa contemplação que permite-nos separar da experiência de cada dia é diretamente proporcional ao contraste implícito nas praticas sociais não
turísticas.
A forma de como o jardim se encontra
estruturado demonstra algum cuidado na procura de significados para a
construção de fenómenos que contemplem o olhar dos visitantes, o que Urry
(1996) chama de atracção inventada. Ou seja, construções de significados
culturais para agradar e ir de encontro à expectativa do visitante.
Este espaço permite ainda que o visitante
tenha a experiência da contemplação de diversos sinais das diversas culturas em
exibição sem ter que viajar e concentrados apenas num local (Urry, 2008).
Experiências emocionais, sentindo a natureza, os espaços abertos, os recantos
fechados, paz, a tranquilidade, os sons da natureza, o olhar e o preenchimento
pessoal (a aprendizagem histórico-cultural). De acordo com a teoria de Urry
(2008) os turistas vem contemplar neste jardim os símbolos ou sinais que
metaforicamente representam o conhecimento, a liberdade e a paz.
Em suma, o local transformado produziu uma paisagem contemplativa de um determinado espaço tempo, histórico religioso, que promove um conjunto de emoções as quais funcionam como elo de ligação ao processo de guturalização.
A autenticidade
Um dos pontos que não poderíamos deixar de
referir no nosso trabalho era a questão da autenticidade.
A procura da autenticidade, inventada e
construída é essencialmente protagonizada pelos turistas oriundos dos centros
urbanos, que procuram noutros lugares o genuíno, na demanda constante de signos
que cumpram a função de atribuir autenticidade aos lugares visitados
(nomeadamente em ambiente rural e numa forte relação com a natureza).
Se a motivação do visitante for na procura de
“autenticidade”, isto é, o verdadeiro, o genuíno e tradicional (MacCannel,
1976), então não a vai encontrar. Neste jardim, a procura genuína de uma
experiência autentica, que não é possível encontrar na sociedade do seu
quotidiano, o turista impossibilitado de
a alcançar limitar-se-á a tomar contacto apenas com uma “autenticidade
encenada”. Ou seja, pratica-se a experiência ilusória.
Este jardim apresenta-se mais numa
perspectiva pós modernista (Urry,2008; Cohen 1988) em que a autenticidade não é
importante, mas sim o quebrar da rotina e a procura do “outro”. Provavelmente
porque essa “autenticidade” é um valor eminente da sociedade moderna cuja
emergência esta diretamente ligada ao impacto da modernidade sobre a atual unidade social (Cohen: 1988), ou seja, “um conceito socialmente construído”
(1988: 374). Será determinante para percebermos o espaço (através de futuros
trabalhos), como neste caso, “os turistas surgem procurando a autenticidade
numa variedade de graus de intensidade, [em função] do seu grau de alienação da
modernidade. Seguindo esta analise, podemos dizer que eles também irão conceber
“autenticidade” em diversos graus” (Cohen, 1988: 376).
Em suma, o Jardim da Paz tem as características de um local em que a cultura foi inventada e encenada através de um processo de hibridação de formas e de conteúdos simbólicos, em que a autenticidade não é importante e cujo principal objetivo é fazer um intervalo lúdico, revitalizador, longe do trabalho quotidiano (Graburn, 1989).
Propostas de rumo
Apesar do espaço não estar ainda totalmente
concluído, não podíamos deixar de elaborar um conjunto de sugestões de forma a
que possa preencher os requisitos anteriormente exposto de uma experiência
pessoal mais enriquecedora. Esperemos que dentro de meses esta nossas
preocupações já estejam descartadas.
A importância da legibilidade da mensagem toma
aqui o protagonismo do tema. Por isso é importante não esquecer que a cultura
exibe-se a partir do cuidado de a anunciar na forma de guias, operadores
turísticos, agendas culturais, media, Internet, revistas, etc. Contamos que a
organização venha a desenvolver os devidos esforços no sentido dessa promoção
cultural e turística.
Quanto à forma de exibição e para que o local
seja bem interpretado, atribuindo-lhe um significado cultural é necessário que
a organização elabore uma sugestão de como o fazer. Até porque os visitantes
deverão ser convidados a interagir com esses sinais (elementos culturais) que
estão em exibição. As sugestões para a interpretação do espaço são
imprescindíveis, mas isso não significa que aos visitantes lhe seja retirada a
escolha e a liberdade, tão importantes para a realização pessoal destes espaços
de lazer. O jardim, por envolver três
culturas distintas, não pode apresentar uma única linha de interpretação, mas
sim uma colecção de áreas temáticas.
Entrando no local apercebemo-nos da
inexistência de painéis gráficos, nem quaisquer indicações ao longo espaço.
Estamos em crer que as esculturas foram colocadas tendo como referência a
questão paisagística e o aproveitamento das características morfológicas da
área, mais do que com alguma pretensão da elaboração de um percurso que
promovesse e atribuísse uma mais valia na interpretação cultural do lugar. Ou
seja, é importante informar, ensinar ou sugerir o visitante como deve “ler” o
lugar, de forma organizada e visualmente coerente em torno do tema(s). Como
sugere Urry, “as pessoas tem que aprender como, quando e onde ‘olhar’(2008: 9).
Outro elemento importante e indispensável
constitui a afixação nos diversos objetos em exibição de placas informativas
que contenham a identificação e uma pequena explicação do seu significado. Dado
o nosso desconhecimento por muitos dos diversos valores culturas e religiosos
orientais, saímos com a ideia de muito pouco termos aprendido. A ligação entre
os seus elementos e os seus significados torna-se imprescindível para uma
realização total dessa experiência pessoal. Não nos podemos ficar apenas pela experiência
da contemplação, escape e vivência
rural. Estas sim, preencheram-nos na totalidade.
Sugerimos que a organização desenvolva e
produza diversos elementos para acompanhar o visitante, tais como textos em
forma de brochuras, catálogos e mapas. Falta ainda um espaço na loja para a
venda de objetos (lembranças, colecções, artesanato, livros, CDs) que também
não foram ainda produzidos e que reflitam os temas do jardim. Neste momento a
únicas lembranças que podemos levar resumem-se a fotografias e filmes.
Em suma, para que o parque possa transmitir
algum conhecimento ao visitante será necessário “assegurar o seu acesso e
encorajar ativamente à curiosidade em modos de uma aprendizagem informal”
(Dicks, 2003: 9).
Conclusão
Em função do tempo que dispusemos para
preparar este estudo, não
nos foi possível ir mais além no aprofundar de outras questões.
Dado que este trabalho foi feito com base
numa observação não participante, faltou obtermos a leitura das experiências do
publico visitante. Fica por fazer o registo em forma de inquérito do antes,
durante e depois da visita a este espaço, para podermos perceber quem o visita,
a expectativa com que chega e o tipo de preenchimento com que parte.
O Jardim da Paz, surge-nos como um parque
temático com «sentido etnográfico», desenvolvido com base no mecenato,
orientado tanto para o turismo como para a educação, sem fins lucrativos (por
enquanto) mas de certa forma ligado à sustentabilidade cultural ambiental da
região.
Um jardim onde os visitantes são convidados a
desfrutar das diversas vistas panorâmicas, onde o esplendor das formas está
presente, se faz apelo à meditação e se aprende um pouco de história. Pensamos
que este novo espaço em construção se insere na tendência da produção de
lugares onde a cultura é visitada, constituindo uma das diversa praticas
turísticas.
A composição do espaço leva a entender que os
significados culturais estão literalmente escritos no aspecto paisagístico. A
quantidade de estatuas, os seus tamanhos,
a forma de ostentação, asseguram-nos o registo dum passado com um futuro
assegurado. Estamos perante um processo situado de memória e identidade
histórica. Procurou-se juntar e criar, o pitoresco, o sentimental e o interesse
histórico. Este espaço mostra-nos que a representação de uma identidade
cultural não tem que estar necessariamente ligada ao seu território geográfico.
Podemos ainda dizer que neste espaço a arte
está exposta numa área aberta a uma maior audiência do que provavelmente
estaria numa galeria ou museu e circunscrita a um publico mais limitado.
Estamos pois, perante um micro ambiente oferecendo ao visitante um conjunto de
micro vistas e recantos muito apelativos e onde transcendem as barreiras
geográficas de distancia e lugar.
O Buddha Eden corresponde à tendência para
exibir culturas (que possuem grande atracção e riqueza) tidas como exoticamente
diferentes. Aproveitando as palavras de Dicks, “o turismo é fundamental para a
imagem do mundo como um mosaico cultural, organizado em volta da crença que
lugares e grupos de pessoas diferentes que tem as suas próprias características
culturais, abraçando valores distintos, conotações, imaginário e tradições”
(Dicks, 2003: 45-46). Este jardim poderá perfeitamente ser orientado nesse sentido.
Esta amostragem de outras culturas fora do seu espaço e das suas gentes ajuda a
cimentar essa ideia do mundo como um “mosaico cultural” (Dicks, 2003).
Em resumo, Um lugar onde se pretende o simulacro de uma paz, que se qualifica para a passagem de um dia fora, e que promete ir de encontro ao lazer e ao olhar do turista.
Bibliografia
· COHEN, E. 1988 “Authenticity and commoditization in
Tourism” in Annals of Tourism Research, 15, pp.371-386.
· DICKS, Bella, 2003, Culture on Display. The Production
of Contemporary Visibility.
· GRABURN, N. 1989 “Tourism: The Sacred Journey” in
Smith, V. (ed.) Hosts and Guests. The Anthropology of Tourism,
· MACCANNELL, Dean 1976, The Tourist: A New Theory of
the Leisure Class,
· SANTOS, Mónica Monteiro, 2008, Setembro 25,
Jardim oriental no Bombarral inaugurado em Maio de 2009, Viver, p.
1-3.
· SMITH, Valene L. 1990, Hosts and Guests. The
Anthropology of Tourism,
· URRY, John, The tourist gaze, 2008, 2nd ed. (1991), Sage.
[1]
Ver Anexo
1
[2]
A Quinta
dos Loridos, propriedade da Bacalhôa Vinhos de Portugal, dedica-se ao
enoturismo, disponibilizando a propriedade para festas e eventos. Situada numa
zona vinícola tradicional e incluída numa rota de vinhos, possui uma loja onde
os visitantes podem adquirir os produtos da empresa e realizar uma prova de
vinhos, aprendendo as formas da degustação.
[3]
Todas as
estátuas foram construídas na China. Para o seu transporte, ao longo de ano e
meio de viagens, foram necessários 276 contentores de 40 pés (Ver Santos,
Mónica Monteiro, (2008, Setembro 25), Jardim oriental no Bombarral inaugurado
em Maio de 2009. Viver, p. 1-3).
[4]
Réplicas
do famoso exército do imperador chinês Qin.
[5]
A
cerimónia de inauguração está marcada para Maio de 2009 e procura ser muito
especial, pois Berardo está a empreender todos os esforços para contar com a
presença de Dalai Lama (Santos, 25 Setembro de 2008, pp. 2 e 3).
[6] Só em Agosto de
2008 o espaço recebeu cerca de 5 mil visitantes por semana (cf. Idem).
[7]
Nas
citações, todos os textos em língua estrangeira foram traduzidos para
português.